quinta-feira, 23 de abril de 2009

MagMyPic.com - Step 4: Get the code

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

O Exercício Profissional do Jornalismo no Mundo


O Exercício Profissional do Jornalismo no Mundo

Vitor Ribeirovitor@ojornalista.com.br

A presente pesquisa visa apresentar um panorama, das exigências para o exercício profissional do jornalismo pelo mundo e tem como objetivo contribuir, para que o debate sobre o assunto não fique prejudicado justamente por falta de informação. A idéia de realizar a pesquisa nasceu após a constatação, de que não havia um trabalho semelhante disponível para consulta.
Como o Brasil é um país de amplas relações diplomáticas, o caminho natural foi procurar as representações diplomáticas estabelecidas em nosso país e realizar uma consulta formal sobre as exigências para o exercício profissional, na localidade representada. Todos os países, com representação diplomática no país foram consultados. Alguns, que ainda não estão representados aqui, também receberam a indagação.
Para minha alegria, muitos países dedicaram grande atenção ao assunto. Várias embaixadas, além de responderem oficialmente à consulta, nos encaminharam livros, documentos, e-mails, materiais explicativos, consultaram seus estudiosos sobre o assunto etc. Outros me ofereceram verdadeiras aulas, sobre o processo histórico ocorrido em seus países em relação ao jornalismo. A todos agradeço sinceramente e registro, que sem a colaboração das representações diplomáticas este trabalho não teria sido realizado. Em sua maioria, uma solicitação foi constante, querem e estão recebendo a presente conclusão.
Não é demais agradecer, mais uma vez, às embaixadas pela atenção, ajuda e deferência. Acostumados com pedidos de vistas para trabalho, muitos inicialmente imaginaram que o questionamento visava saber quais as exigências para que um brasileiro trabalhasse como jornalista em seus países. Não foi este o mote da pesquisa. O enfoque é as exigências legais para os nascidos no país consultado.
Vale lembrar, que primeiro nascem as profissões, para posteriormente as faculdades e universidades oferecerem cursos superiores sobre aquela ciência ou atividade. Com o jornalismo não foi diferente. Primeiro surgiu a profissão, depois os cursos de jornalismo. Portanto, os que iniciaram a profissão não tinham diploma de jornalismo em nenhum lugar do mundo.
Hoje, o curso superior em jornalismo existe nos quatro cantos do planeta e a sua obrigatoriedade para o exercício da profissão é uma exigência legal verificada em muitos países. Mas, mesmo nos locais onde não existem leis específicas exigindo o diploma, os formados acabam levando vantagem na disputa por uma vaga no mercado de trabalho. Onde o diploma não é uma exigência legal, acaba sendo uma grande preferência ou mesmo uma exigência do mercado de trabalho.
Portanto, vale esclarecer que o fato de um país não ter uma lei exigindo o curso superior em jornalismo, para o exercício profissional, não significa que os jornalistas daquele país não cursem uma faculdade ou não tenham pós-graduação ou doutorado na área. O que a pesquisa encontrou foi uma realidade bem diferente.
Nos Estados Unidos da América, por exemplo, a maioria esmagadora dos profissionais contratados cursaram uma faculdade de jornalismo. Nos Estados Unidos da América não há a exigência do diploma em lei. Porém, o país conta com 400 faculdades e universidades que oferecem o curso de jornalismo; 120 oferecem pós-graduação na área e 35 oferecem doutorado.
Na Alemanha, existem duas grandes organizações sindicais que representam os jornalistas e não há exigência do diploma em lei. Porém, segundo Hermann Meyn, autor do livro intitulado Massenmedien in der Bundesrepublik Deustschland ( Os meios de comunicação de massa na Alemanha), "ambas as organizações sindicais alemãs estão tendo que constatar mais e mais que a imagem do jornalista por nascimento é uma ilusão".
O alerta que faço na presente introdução, para evitar equívocos, é de que a exigência de curso superior em jornalismo é uma evidência incontestável no mundo atual -a despeito do país contar ou não com uma legislação específica. Trata-se de uma exigência do mercado de trabalho. A famosa lei de mercado. Esta situação chega a casos interessantes, como o do norte-americano onde os veículos de comunicação raramente contratam alguém que não tenha cursado uma faculdade de jornalismo. As exceções ficam por conta de especialistas, como generais que escrevem sobre guerras; economistas falando de negócios e casos semelhantes. Aliás, como ocorre no Brasil, por exigência legal.
Os sindicatos e outros organismos de classe, também, têm atuação forte e os códigos de ética estão presente, mesmo nos lugares que não contam com a exigência do diploma em lei específica. A presente pesquisa apresenta, resumidamente, a situação nos países que responderam os questionamentos feitos sobre as exigências para o exercício da profissão.
O resultado da presente pesquisa é proveniente de consultas oficiais feitas aos países e devidamente documentada. Praticamente a totalidade das informações foi fornecida por escrito, pelos representantes diplomáticos dos países consultados e encontram-se devidamente arquivadas, como documentos oficiais que são.
Criticada internamente por alguns e até combatida judicialmente, a atual legislação brasileira, vigente a cerca de 34 anos, é vista em muitas partes do mundo como um exemplo a ser seguido.
A Ordem dos Jornalistas Italianos defende que a lei brasileira é avançada, por exigir formação superior no jornalismo. "Não pode haver improvisação na formação do jornalista", afirmou o presidente da entidade italiana, Lorenzo Del Boca, durante sua recente visita ao Brasil. Segundo ele, as entidades de jornalistas italianos estão se mobilizando para elaborar um projeto de lei, nos moldes da legislação brasileira, a ser submetido ao Congresso italiano, exigindo o diploma de jornalismo para quem quiser exercer a profissão por lá.
Já a Bélgica conta desde 1963, com uma lei chamada de reconhecimento e proteção ao título de jornalistas profissionais. Na prática, institui multas de valores elevados e punem baseados no código penal do país os infratores da lei.
Hoje, a exigência de formação superior em jornalismo está sendo valorizada até em países que não contam com faculdades de jornalismo. Raro mesmo é o país que não conta com faculdades de jornalismo. O Reino de Myamar é um deles. Mas, mesmo lá o curso superior em jornalismo é valorizado. O governo chega a enviar candidatos a jornalistas, para obter o diploma na Índia e Inglaterra.
Abaixo segue, por ordem alfabética, a relação de países com a respectiva situação atual. Vale ressaltar que os dados foram todos pesquisados no presente ano de 2003.
*Vitor Ribeiro - é jornalista profissional MTB 21.208
Fonte: http://www.ojornalista.com.br/pesquisa.asp

segunda-feira, 16 de março de 2009

REVISTA O CRUZEIRO


Caros amigos, recebi em meu e-mail Documentos Digitalizados da revista "O Cruzeiro", vale compartilhar com vocês este importante veiculo de comunicação dos anos 60.



Brasília: volta ao mundo em 24 horasO Brasil, com a sua nova Capital, deixa para trás o próprio tempo. Brasília saltou por cima do Século XX. É um poema com a marca da imortalidade. É de cimento e de sonho. Eis o que traduz a cobertura dos repórteres de “O Cruzeiro” nesta edição especial.

7 de maio de 1960
Também nesta edição:
Rio, perdoa o ingrato,David NasserJosé Amádio O Amigo da OnçaCarlos EstevãoRachel de Queiroz
Brasil ouviu Juscelino

JK se dirige para o palanque doPalácio da Alvorada. A Novacapestimou em 250 mil as pessoasque estavam em Brasília.
Convidados confraternizam com o povo

Os festejos de Brasília custaram 150 milhões. A parte recreativaincluiu 38 toneladas de fogos de artifício e concêrto sinfônico.



O futuro já tem capital: Brasília
O Brasil, com a sua nova Capital, deixa para trás o próprio tempo. Brasília saltou por cima do Século XX. É um poema com a marca da imortalidade. É de cimento e de sonho. Eis o que traduz a cobertura dos repórteres Ubiratan de Lemos, Audálio Dantas, Luiz Carlos Barreto, José Medeiros, Ronaldo Moraes, Paulo Namorado, Geraldo Viola, Rubens Américo e Lisl Steiner.
Brasília é a nova Capital
A CHAVE da Cidade está nas mãos do Presidente. O colosso, que é Brasília, foi obra de um esfôrço quase sôbre-humano. Tudo foi construído dentro de três anos de trabalho duro e constante. O mundo inteiro voltou suas vistas para o que, no dia 20 de abril, acontecia em Brasília: uma cidade para abrigar 500 mil habitantes se inaugurava e um sonho de mais de cem anos se tornava em realidade.
A DOIS de outubro de 1956 o Presidente Juscelino Kubitschek pisou o planalto pela vez primeira. Só havia no cerrado sulcos recentes. Meia dúzia de veredas de serviço, insignificantes tatuagens vermelhas no corpo crestado do chapadão. O Presidente posava de visionário. Descreveu uma cidade encantada. Aqui um lago, lá um palácio transparente, além os 3 Podêres da República. O vidente Juscelino não viu o sorriso irônico do pequeno auditório que testemunhou êsse quadro.
Em março de 57 um trator abriu espaço para as primeiras barracas. E começaram os alicerces. A primeira estaca da Praça dos 3 Podêres foi fincada a 4 de janeiro de 58. Pois às 9.30 h do dia 21 de abril de 60, no Salão de Despachos do Palácio do Planalto, cercado por seus Ministros e Embaixadores Especiais, JK teve estas palavras curtas:- Declaro inaugurada a cidade de Brasília, Capital dos Estados Unidos do Brasil!
NO mesmo instante, o Poder Legislativo e Judiciário confirmaram a inauguração do jovem DF, que nasceu num dia de sol forte, e céu azul, a mais de 1.200 metros. Os Ministros do Supremo, com discursos do Presidente Barros Barreto e de Nelson Hungria, destacaram a tranqüilidade do planalto, como propícia ao exercício de uma Justiça de profundidade, além da dinâmica de uma metrópole eclética. E houve aplausos no palácio branco do Supremo que, como os outros, parece levitar na área dos 3 Podêres. No plenário da Câmara os congressistas, sob a arquitetura ano 2 mil de Niemeyer, também instalaram o poder que legisla sôbre os dois outros. E com vozes também quentes.

Ficaram para trás as descrenças. A melopéia do pessimismo caboclo. Quase 3 anos de grita contra o poema-cidade do nosso oeste. São hoje peça de museu até mesmo os protestos bem intencionados. Brasília está aí - como realidade e mensagem. As suas orquídeas de cimento armado podem ser apalpadas pelo olhar mais desfocado. O seu jardim de concreto e vidro, que dá à cidade impressão de chapa de Raios X, também é imoderado impulso para a conquista de claros econômicos de mais de 6 milhões de Km2 de Brasil. Ela é a “cidade síntese” da fala presidencial, a fôrça aglutinadora de um povo que marcou encontro com o futuro, nos longes do Brasil Central. Não discriminará Estados, porque nivelará a dinâmica do progresso, entre irmãos ricos e pobres. Mas se lhe cabe essa função histórica, levando os marcos econômicos aos limites dos políticos, não é menos verdade que criou nova mentalidade para o País. O Presidente fêz mais que construir Brasília, descobriu as energias do seu povo. Um povo que se ignorava. E que desperta com Brasília para iluminar o mundo.
O Presidente havia empenhado a palavra: Brasília seria DF no dia 21 de abril. Teria de ser acelerado o galope da sua construção. Brasília, que nunca parou, teria de bater um recorde de velocidade sôbre si mesma. Fizeram-se mais rápidos os seus 60 mil candangos. As abelhas do planalto dobraram os turnos de trabalho. Foi uma sinfonia de martelos, picaretas, pás, com background de poeira. E máquinas enormes que abriam e asfaltavam quilômetros num só dia. Havia um misto de suor e sorrisos eufóricos. Suor de candangos trepados em andaimes e sorrisos de milhares de visitantes, uns 250 mil, segundo estimativa (de ôlho) da NOVACAP. Dir-se-ia uma imensa quermesse: gente exclamando em todos os sotaques nacionais. Então, no dia 20 a festa engrossou. Mais de mil carros, com placas de todos os Estados, cruzaram, por dia, a fronteira da caçula da Federação.
Em pouco, cêrca de 20 mil ou mais viaturas rodavam confusamente nos 300 km asfaltados de Brasília. Nos 26 km de eixo a eixo da cidade, mil engenheiros (de 25 a 30 anos de idade) comandavam a corrida para o 21 de abril. Só os Institutos, em 11 meses, construíram perto de 3 mil apartamentos de luxo, sem falar nos menores, em fase de acabamento. A instalação de micro-ondas foi resumida numa semana de trabalho. A Tv Brasília (associada) fêz-se em 90 dias: instalação de 400 operários, construção (por terminar) dos estúdios e montagem de tôrres retransmissoras, no eixo Brasília - Belo Horizonte - Rio e São Paulo. Mais de 4 toneladas de material técnico, inclusive video-tape, dispararam via área dos EE.UU. para Brasília, em menos de uma semana. Vejam o balanço de trabalho do Deputado Neiva Moreira, que superintendeu a mudança do Congresso. Pois, só num dia, êle alojou 240 deputados, instalando mais de mil mudanças, incluindo a de funcionários federais. Também num só dia, o Deputado Neiva Moreira comprou e instalou 600 camas. Além disso, providenciou 100 toneladas de comida. E ainda havia 4 aviões de prontidão, no Rio, para abastecer Brasília, no caso de necessidade. Só uma firma comercial (como tantas outras) vendeu 100 mil lanches acondicionados em plástico. Conteúdo: sanduíches, maçã, bombom e refrigerante. Tudo por 120 cruzeiros. Os bares inflacionaram os preços. Um sanduíche de mortadela custava 70 cruzeiros. E 225, dois ovos com arroz, com espera mínima de duas horas. As cantinas dos Institutos foram incorporadas à rede de alimentação, com preços razoáveis.
Com o seu lago de 62 km de linhas divisórias, seu recorde mundial de terraplenagem e seu bloco de 17 viadutos (a maior obra do mundo em concreto protendido), Brasília marcha para os seus últimos retoques até setembro próximo, Ficará, pronta, até a última vírgula do plano-pilôto de Lúcio Costa e da mensagem de Niemeyer, precisamente a 12 de setembro, quando o Presidente Juscelino fará aniversário. E como é o próprio Presidente quem o afirma, é claro que não cabe dúvidas.
Brasília, que tem clima saudável, mais mínimas que máximas, depende muito da cidade livre, cuja ficha são 13 bilhões de cruzeiros em víveres estocados e um movimento mensal da ordem de 800 milhões. Mas o debutante DF, que já custou 26 bilhões e que é autofinanciável (observe-se a supervalorização dos terrenos), terá, nos próximos dois anos, absolutas condições de vida. Segue-se um quadro de suas atuais condições, de parceria com a cidade livre. Brasília tem ginásio para 1.200 alunos, escolas primárias além de suas necessidades, colégios de irmãs dominicanas, clubes de bridge, 2 lavanderias, 6 cabeleireiros, um massagista, 30 farmácias, 35 agências de banco, 5 agências de automóveis, 15 restaurantes, 50 sapatarias, 2 mercados, 50 médicos, 20 dentistas, 10 piscinas, 5 hotéis, 6 buates, vários ribeirões, uma cachoeira, 17 times de futebol - e, por que não? - o Doutor Ralph, que faz cirurgia plástica. Vinte e seis troncos telefônicos (microondas) comunicam a cidade com o mundo. E apesar de seu ritmo de 24 horas por dia de trabalho, Brasília perdeu um recorde: o de acidentes de trabalho. Sòmente 944 casos simples, com um fatal, para a maior concentração obreira do mundo de 1960! E mais duas palavrinhas sôbre o que chamaram de operação-toillete. 3 mil operários limpando a cidade, em 3 dias. Maratona de vassouras sem política, mas com fartura de poeira. E vamos concluir esta minuta, uma página da enciclopédia de Brasília, com um desmentido. Nenhum deputado, ou senador, ou mesmo jornalistas, dormiu na “fôlha de jornal” do samba. Os apartamentos e casas de conjunto serviram a todos, embora sem excelentes condições. O que devia predominar era o espírito pioneiro. Um impulso enxuto de patriotismo. Uma contribuição de sacrifício.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009


As regras de ouro do profissional de marketing

por Jacques Lendrevie, Denis Lindon, Pedro Dionísio, Vicente Rodrigues


A atividade do profissional de marketing consiste em modificar as atitudes e comportamentos dos consumidores, de forma a que sejam favoráveis aos objetivos da organização. Tal só é possível dentro de certos limites devido às diferentes características individuais do consumidor. Os responsáveis pelo marketing das organizações devem esforçar-se para ver os consumidores como eles são, de fato, e não como gostariam que fossem. Eis as sete regras para se tornar um especialista de marketing:


1. Evitar a miopia de marketing

Em 1960, Theodore Levitt, professor de Harvard, escreveu o artigo que se tornou um clássico da literatura de gestão, no qual sublinhou os perigos do marketing de vistas curtas. Esta miopia consiste na atitude de concentração nos produtos da empresa, sem atender aos mercados e à concorrência. Levitt ilustrou esta postura com o exemplo das companhias de caminho-de-ferro norte-americanas, bastante poderosas no início deste século, mas que hoje agonizam no segmento de transportes de passageiros.Elas não compreenderam que a grande ameaça estava no desenvolvimento das auto-estradas e dos transportes aéreos, e não no apuro técnico dos comboios. Faltou-lhes olhar para além do produto, um erro comum a muitas empresas. Para o profissional de marketing, um produto é um meio não um fim. Há outros critérios fundamentais para dar resposta às expectativas dos consumidores como o preço, a imagem ou a distribuição. Charles Revlon, o fundador da marca Revlon, dizia: " Na fábrica produzimos cosméticos, nas perfumarias vendemos sonhos."


2. Manter-se próximo dos clientes

A ciência do marketing apoia-se no estudo dos consumidores. Nos últimos 20 anos, conseguiram-se progressos consideráveis neste domínio, principalmente através da leitura dos códigos de barras nas caixas registadoras dos grandes espaços de distribuição, dos estudos de audiência nos meios de comunicação, na pesquisa dos hábitos e atitudes dos consumidores e distribuidores.Todas estes meios geram informações de grande utilidade, mas têm os seus limites. Os estudos de mercado auxiliam as decisões de marketing,mas não dizem o que deve ser feito. O marketing é uma disciplina voltada para a ação, e não para o domínio dos estudos.Devemos recusar duas posições extremas: não estudar o mercado e confiar apenas na nossa intuição ou experiência;ou explorar indefinidamente os estudos e praticar um marketing de gabinete.É preciso ir ao encontro dos consumidores, distribuidores e técnicos, ou seja, estar próximo do mercado, intelectualmente e fisicamente. Infelizmente, são poucos os responsáveis de marketing que abandonam regularmente o seu local de trabalho para acompanhar os vendedores, ou para observar, no local de compra, a natureza e o comportamento da sua clientela.


3. Basear as decisões em fatos e não em opiniões

Os iniciados do marketing tendem a basear a sua opinião nos estudos de mercado. Os mais experientes preferem selecionar os fatos que reforçam as suas anteriores convicções. As decisões devem ser baseadas em fatos, não em opiniões. Por vezes, a lógica pode ser ultrapassada pelos fatos de marketing. Por outro lado, é perigoso extrapolar a causa de um êxito de um produto para um novo mercado,sem tomar a precaução de realizar estudos sobre esse mercado inexplorado. As dificuldades da Eurodisney (hoje Disneyland Paris) devem-se à importação de um conceito de parque de diversões americano para um novo mercado com características diferentes ( os europeus gastam menos dinheiro, procuram hotéis de categoria inferior e as estadas são mais curtas). Estes são duas fontes de erros típicas nas decisões de marketing.


4. Manter o espírito crítico, de síntese e de antecipação

Por vezes, as informações prestadas pelos estudos de mercado são superabundantes, apresentam lacunas,ou são contraditórias. É preciso filtrar os fatos mais importantes. Logo, o marketing é muitas vezes um exercício de síntese.Por outro lado, os dados objetivos inventariados pelos estudos são observações sobre a evolução passada dos mercados, e nunca do futuro.O êxito de um inquérito resulta, muitas vezes, da formulação da pergunta e do método empregue. O mesmo é válido para o marketing. A exploração dos dados deve ser precedida de uma análise crítica do método de recolha de informação.


5. Vigiar a concorrência

A maioria dos mercados está saturada e as empresas batem-se por quotas de mercado. Em conseqüência, o marketing de fidelização torna-se mais importante do que o marketing de conquista. Desde o início do ciclo de vida de um produto é fundamental impedir que os clientes partam para aconcorrência em busca do melhor preço, qualidade do produto e do serviço, ou seduzidos pela imagem de marca. Por isso, deve apostar-se na vigilância constante da concorrência, posicionando corretamente as marcas nesses mercados saturados. Todos os estudos mostram que os consumidores são cada vez menos fiéis às marcas.


6. Ousar, com riscos calculados

As técnicas de marketing, por muito sofisticadas que sejam, não conseguem suprimir todas as incertezas. O marketing é feito de inovações e, portanto, de riscos. Inovar é tentar oferecer uma mais-valia para o cliente. Segmentar um mercado é decidir especializar-se junto de uma categoria específica de consumidores. Posicionar uma marca é definir-lhe um território próprio entre os concorrentes. Comunicar é destacar certos traços distintivos de uma marca, de um produto ou de um serviço.Para se diferenciar num universo extremamente concorrencial é preciso ser audacioso, avaliando, simultaneamente, os riscos já que o investimento financeiro (em investigação e desenvolvimento, produção, comercialização e comunicação) é, em regra, considerável e a taxa de insucesso elevada ( 70% a80% para novos produtos). A atitude de marketing é feita de uma audácia calculada. Deve haver uma preocupação contabilística em cada profissional de marketing.


7. Ser constante

As empresas cometem um erro gigantesco quando fazem alterações permanentes às políticas de produto de preço, de distribuição e de comunicação. Caso contrário, corre-se o risco de perturbar os distribuidores e consumidores. Os grandes êxitos de marketing baseiam-se neste princípio. Por outro lado, constância não significa imobilidade. É preciso saber adaptar-se às mutações do mercado, ou mesmo antecipá-las, preservando ao mesmo tempo a personalidade das marcas. O Club Med, cuja imagem nos anos 70 era fortemente conotada com a liberdade sexual, soube evoluir tornando-se um clube para a família e os amantes da prática desportiva.

Dificuldades e desafios do jovem profissional de Marketing


As dificuldades e os desafios encontrados pelo jovem profissional de Marketing são muitos. O jovem profissional irá compreender que quando for trabalhar no mercado, ainda não terá grandes cotas para financiar suas campanhas, pois normalmente como não tem experiência, suas primeiras campanhas são para empresas de pequeno e médio porte.
Infelizmente, a maioria das universidades de marketing não treina os jovens para fazer campanhas de baixo custo e exercerem mais sua criatividade. Ai está o grande desafio para o novo profissional, saber trabalhar com uma pequena cota de marketing e ter que fazer uma grande campanha para alavancar a marca da pequena e média empresa. Difícil? Sim, porém para o jovem profissional que trabalha com paixão, gosta daquilo que faz, é apaixonado por marketing, confia em sua criatividade e, acima de tudo estuda e se atualiza sempre, chega ser uma tarefa simples e prazerosa.
Outro dia estava lendo um artigo sobre fazer Marketing com R$100,00. E realmente, dá para fazer muito com apenas R$100,00. Blog, pesquisas de satisfação, links patrocinados, lembranças em datas comemorativas, campanhas de guerrilha, tudo isso e muito mais, pode se fazer quando se tem criatividade, uma cota baixa e amor por aquilo que faz.
E digo mais, quando você trabalha com uma pequena cota e consegue fazer uma grande campanha, que dê resultado, não há preço que pague pela sua satisfação por ter feito aquela campanha, ainda mais por ser uma das suas primeiras campanhas. Eu considero as primeiras campanhas, como o primeiro beijo, inesquecível. Por isso a importância de fazer sempre bem feito, bem planejado e sempre com muita criatividade.
Eu sou jovem na área de Marketing, ainda não me formei e meus conhecimentos na área de marketing são base de muito estudo e dedicação. Presto consultoria de marketing para uma pequena empresa. Trabalho com uma cota de R$ 150,00 mensais e, mesmo assim, consigo fazer ótimas campanhas e que estão dando excelentes resultados.
Melhorei a identidade visual da empresa, fiz pesquisas de satisfação com os clientes, melhorei o atendimento ao cliente e agora estou elaborando uma nova campanha. E tenho certeza que fazendo todas essas melhorias, o faturamento desta pequena empresa irá aumentar e conseqüentemente a cota para o Marketing também.
É isso que o jovem profissional tem que ter em mente: saber que seu esforço, sua dedicação, irá trazer sempre um grande benefício para você e para a empresa que você está atuando.
Algumas dicas ao jovem profissional de marketing:
* Aprendizado Contínuo - Os grandes profissionais, sempre estão se atualizando, aprendendo cada vez mais, seja em palestras, livros, blogs, e até com seus próprios erros. Portanto, jamais pense que já sabe de tudo ou que não precisa mais estudar. Estude e sempre será um grande profissional de Marketing.
* Conhecer o mercado - Estude, analise, compreenda o mercado, pois ele muda de um dia para o outro, consumidores mudam de opinião, produtos entram e somem do mercado. Entender que cada mercado tem sua particularidade. Portanto sempre estude e compreenda o mercado.
* Ter foco - Saiba se posicionar perante o mercado, tenha estratégias, faça pesquisas e mantenha o foco sempre em seu público alvo, no seu cliente potencial.
* Faça pesquisas - Fazer pesquisas com consumidores é fundamental para ter a informação precisa e saber se posicionar no mercado em que atua. Além de conhecer as oportunidades que o mercado oferece.
* Seja criativo - Se inspire em cases de sucesso, livros, museus, sites, blogs, enfim seja criativo. Tente sempre inovar, ser diferente, propor sempre novos desafios a você.
E, por fim, seja apaixonado pelo Marketing, ame aquilo que você faz, faça com amor, com dedicação, com empenho, garra, como se fosse sempre a última campanha que você irá fazer. Não importa a cota, os desafios, os problemas, apenas faça seu trabalho com dedicação e tente sempre fazer o seu melhor, pois só assim seremos grandes profissionais nesta área tão maravilhosa que é o Marketing.
* Alexandre Luiz Carvalho
Fonte:
Mundo do Marketing

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

A importância do profissional de marketing


Sua empresa tem uma marca forte? Tem planejamento a curto e longo prazo? Você sabe para onde levar sua empresa e como fazer para alcançar isso? Sua empresa é formada por uma excelência em equipe? Oferece um “algo mais ao cliente” e é a primeira a ser lembrada no seu setor? Sua empresa tem a rentabilidade esperada? Sabe lidar com as freqüentes mudanças no mercado? E, finalmente, sua empresa tem um profissional que possa te auxiliar nessas questões? O Marketing é um sistema organizacional a partir do qual se lança mão de um conjunto de ferramentas que permitem à empresa se diferenciar no mercado e ainda buscar novas oportunidades de crescimento. Há muito tempo que grandes, médias, pequenas e micro-empresas competem pela renda dos mesmos consumidores. E nesta competição, algumas empresas são financeiramente mais sólidas que outras e, por isso, utilizam ferramentas agressivas de comunicação e marketing para buscarem a liderança no mercado. As médias, pequenas e micro empresas sabem que têm que se diferenciar no mercado, mas não vêm como. O que muitas não sabem é que elas também podem ter sucesso e prosperar utilizando-se de ferramentas de marketing de baixo custo, mas muito poderosas. Existe, no mínimo, uma centena de formas de se praticar o marketing além da propaganda. Diante de um mercado cada vez mais competitivo, é necessário investir em ferramentas que diferencie a sua empresa das demais. Ferramentas que façam com que o cliente se lembre da sua empresa antes de ir para a concorrência. E, antes de tudo, o cliente precisa se identificar com sua empresa. É através do marketing que a empresa irá construir e manter o conceito de sua marca, tão importante para a sobrevivência e crescimento nos dias atuais. Organize novas estratégias e pratique novas táticas para conseguir uma parcela significativa do mercado, afinal, o marketing é mais abrangente do que muitos pensam, vai muito além da propaganda em rádio, televisão, jornal e outdoor. O objetivo de um profissional de marketing dentro de uma empresa é buscar a diferenciação desta no mercado com planejamento, acompanhando de perto todas as atividades além de controlar os resultados. O ideal é que o profissional de Marketing atue junto às agências de propaganda, assessores de imprensa e profissionais de Relações Públicas e todas as ações dependerão do produto, do seu público alvo e do seu objetivo final. Em alguns casos, uma promoção, uma palestra, um telemarketing, um evento ou um brinde são mais eficientes que uma propaganda na televisão. É função do profissional de marketing criar, desenvolver e acompanhar todas as atividades que envolvam a comunicação da sua empresa. Sabendo, é claro, que comunicação envolve tudo, desde como seu funcionário se veste e se porta diante do cliente, passando pelo atendimento telefônico, colocação do produto na prateleira, pela comunicação do vendedor (ou promotor) até os eventos e propagandas realizadas. Nesse processo, criatividade é a palavra chave.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Potencial Brasileiro para o Turismo Náutico

O Brasil é um dos destinos com maior vocação para o desenvolvimento do turismo náutico do mundo. Não é para menos: o país tem quase 8 mil km de costa banhados pelo Oceano Atlântico, incontáveis ilhas, rios navegáveis, combinados a excelentes condições marítimas e à ausência de fenômenos naturais, como furacões.
Desde 8 de setembro de 2006, desfrutar as belezas e delícias de navegar pelas águas brasileiras ficou ainda mais fácil. Um decreto presidencial ampliou de 180 dias para dois anos o tempo de permanência de embarcações estrangeiras nos portos e marinas brasileiros.
Num passado recente, qualquer barco que chegasse ao país teria um prazo máximo de três meses (prorrogável, uma única vez, por igual período) para estadia, com a condição de que seu proprietário também permanecesse no Brasil. Ao final desse tempo, caso não partisse com sua embarcação, a multa a ser paga era de 100% do valor do barco.
O intuito do decreto – além de permitir que os visitantes aproveitem melhor toda a riqueza natural e cultural da costa e do interior do Brasil – é facilitar a situação de turistas estrangeiros que tenham de se ausentar do país, sem levar consigo a embarcação, mas que têm interesse em retornar em breve para prosseguir sua viagem pelo litoral brasileiro.
Municípios litorâneos de todo o país já começaram a investir na capacitação de mão-de-obra e na criação de novas estruturas para recepção. tudo para que os proprietários de barcos de lazer e recreio – veleiros, lanchas e iates – possam explorar sem pressa a extensa lista de tesouros que o Brasil tem a oferecer.
Sugestão de roteiros
Confira a seguir algumas sugestões de roteiros pelo Brasil. Parte deles pode ser percorrida de barco. Em outros trechos, o melhor a fazer é lançar âncora ao mar e seguir por terra firme ou, ainda, por via aérea.
Selecione uma destino para ver seus serviços e características:
· Baía de Todos os Santos
Baía de Todos os Santos
·Morro de São Paulo
Morro de São Paulo
·Fortaleza
Fortaleza
·João Pessoa
João Pessoa
·Fernando de Noronha
Fernando de Noronha
·Recife
Recife
·Ilha Grande
Ilha Grande
·Parati
Parati
·Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
·Natal
Natal
·Ilhabela
Ilhabela
·Ubatuba
Ubatuba
·
Baía de todos os Santos
· Porto Seguro
· Chapada Diamantina
·
Abrolhos
· Mata de São João
Baía de todos os Santos (Salvador)
Para quem busca atrações culturais, praias badaladas e muita natureza, uma boa pedida é conhecer a Bahia.
A viagem começa pela capital do estado, Salvador, que fascina com seus ritmos, seu belo centro histórico e a simpatia de sua gente.
A diversão continua em Porto Seguro, um dos principais pólos turísticos baianos. Por ali, festa é o que não falta, seja nas praias ou nas ruas da cidade.
Mais ao norte fica Mata de São João. Apelidada de “Polinésia brasileira”, a cidade é conhecida pelo complexo turístico de Praia do Forte.
O roteiro se completa com duas atrações que agradam em cheio os ecoturistas. Situado no arquipélago de mesmo nome, o Parque Nacional Marinho de Abrolhos é um dos melhores pontos de mergulho do Brasil. No interior do estado, o destaque é o Parque Nacional da Chapada Diamantina, com seus chapadões, cavernas e cachoeiras.
Saiba mais
Mais imagens do local

Em Salvador, vale a pena visitar o Pelourinho
Depois de visitar as construções históricas, não deixe de assistir à Missa Afro-Brasileira na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.
Especialidades locais
A culinária baiana é saborosa e guarda forte influência africana. Prove o acarajé, quitute de feijão-fradinho recheado com vatapá e camarão.

Fonte:http://www.braziltour.com/nautical/html/pt/home.php


sexta-feira, 22 de agosto de 2008

A internet chega aos mais distantes rincões da terra. É o mundo globalizado!


Etica nas Empresas de Comunicação




quarta-feira, 19 de dezembro de 2007, 14:57:30 noreply@blogger.com (Andreia Feitosa, Fernanda Rodrigues e Adriana Pedroso)

O compromisso de uma empresa de comunicação está ligado diretamente à sociedade e consequentemente o compromisso do jornalista é com a verdade dos fatos, com o intuito de informar o seu público. Como o autor Eugênio Bucci diz em seu livro Sobre ética e imprensa “o jornalista cumpre uma função social antes de ser um negócio”.As empresas de comunicação atualmente dependem da ética para manter-se no mercado, pois os leitores estão mais atentos ao material que consomem.O site Comunicação Empresarial online é um excelente espaço que expõe diversas informações sobre o tema e em um dos seus artigos caracteriza a ética como: "Uma ética empresarial não consiste somente no conhecimento da ética, mas na sua prática. E este praticar concretiza-se no campo comum da atuação diária e não apenas em ocasiões principais ou excepcionais geradoras de conflitos de consciência. Ser ético não significa conduzir-se eticamente quando for conveniente, mas o tempo todo."Mesmo que blogs jornalísticos, em sua maioria, não façam parte de uma empresa, podemos aplicar a ética em nosso espaço e principalmente em nossa vida, pois a ética não significa apenas normas e sim a transparência do caráter de cada um.
A convergência das mídias
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007, 16:31:54 noreply@blogger.com (Andreia Feitosa, Fernanda Rodrigues e Adriana Pedroso)

O Ciberespaço é hoje o sistema com o desenvolvimento mais rápido de toda a história das técnicas de comunicação, ele combina ao mesmo tempo as vantagens da reciprocidade na comunicação e a partilha de um contexto.
A internet permite a soma das principais características das mídias: texto, áudio e imagem, apresentando novas possibilidades de comunicação, transmitindo informação em tempo real, com imediatismo e agilidade.
No blog seu principal diferencial é a interatividade, que proporciona o compartilhamento de arquivos, publicações de conteúdo, fotos e vídeos, de forma a inovar os conteúdos jornalísticos e interagir com o público leitor.
“...a integração de vários modos de comunicação em uma rede interativa(...) ou, em outras palavras, a formação de um Supertexto e uma Metalinguagem que, pela primeira vez na história , integra no mesmo sistema de modalidades escrita, oral e audiovisual da comunicação humana.” Manuel Castells em seu livro A sociedade em rede.
É fácil compreender essa questão, já que grande parte da sociedade utiliza a Internet para solucionar problemas ou situações com maior agilidade, sem perda de tempo, situações essas que seriam resolvidas de outra forma alguns anos atrás, como por exemplo à leitura de um jornal diário sem precisar se deslocar até a banca de jornal ou o pagamento de um boleto sem precisar se deslocar a um banco e aguardar na fila.
Pedido de desculpas!
sexta-feira, 30 de novembro de 2007, 16:45:01 noreply@blogger.com (Andreia Feitosa, Fernanda Rodrigues e Adriana Pedroso)
Gostaríamos de nos desculpar pelo sumiço repentino de 2 dias, porém devemos explicar que o fato ocorreu por um motivo em especial, a apresentação do nosso TCC.O dia ‘D’ foi na quarta-feira (28), e fomos APROVADAS com grande satisfação da banca.Um dia feliz e inesquecível!E essa trajetória não para por aqui, o Blog Credibilidade e Transparência continua!Agradecemos à todos que colaboraram para a realização desse projeto, em especial:Maria Adriane Carvalho - nossa orientadoraAntonio Junior - KakáObrigadaAdriana Marcely PedrosoFernanda RodriguesAndreia Feitosa
Inovação do jornalismo na web
terça-feira, 27 de novembro de 2007, 16:58:16 noreply@blogger.com (Andreia Feitosa, Fernanda Rodrigues e Adriana Pedroso)
O ciberespaço tornou-se um meio rico para a comunicação devido ao aumento de usuários conectados e pela contribuição que os profissionais do jornalismo vêm oferecendo a esse novo meio interativo.Apesar da linguagem e estrutura do texto - e do meio, claro - serem diferentes da usada para produção de notícias em redações, as informações publicadas no blog podem ser de qualidade e críveis. Um blog pode ter segmento jornalístico, ser estruturado e construído de forma diferente dos tradicionais veículos de comunicação, no entanto isso não tira a importância nem de um nem de outro. Os profissionais da área devem aproveitar a inovação e ver o blog como um novo meio de produzir notícias.Em matéria no A Tarde On Line de 22 de novembro o jornalista Saymon Nascimento fala sobre este tema e mostra a opinião de especialistas. Uma das fontes usadas na matéria foi o professor da UFBA, Marcos Palacios, “[...] os jornalistas devem entender que estão atuando em uma profissão em fase de mudança, em que a notícia pode ser trabalhada numa mesma redação em diversas mídias”.
Futuro dos blogs
segunda-feira, 26 de novembro de 2007, 13:21:58 noreply@blogger.com (Andreia Feitosa, Fernanda Rodrigues e Adriana Pedroso)
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De uns tempos para cá muitos profissionais do jornalismo se renderam aos blogs. Os blogs têm caráter cooperativo, de troca de informação e estimulam a reflexão, entretanto ainda há desconfiança quanto à credibilidade da informação publicada nele por serem totalmente opinativos e parciais. Isso não quer dizer que não há qualidade na informação.
O blogueiro Phelipe Cruz nos concedeu entrevista e falou sobre a expectativa do futuro dos blogs. “Os blogs existem há 17 anos. Já vieram, já ficaram e continuam por aí. Se fosse uma febre, já teria sumido há muito tempo. Eu não tenho dúvida. Os blogs estarão cada dia mais modernos, mais importantes e existirão por muitas outras décadas”.
Alguns blogs chegam até mesmo a pautar os impressos. Se houver instantaneidade (o que depende do blogueiro) o blog pode sair na frente de muitos veículos. O blogueiro pode estar frente ao acontecimento, em contato direto com as fontes e ‘subir’ seus textos imediatamente. Essa vantagem pode conquistar ainda mais o tradicional jornalista, dando assim mais visibilidade neste instrumento de divulgação de notícia e conquistando cada vez mais o leitor.
Este assunto já vem sendo discutido há alguns anos. No blog do Observatório da Imprensa um texto foi postado em 2003. Veja em Jornalista deve ter blog?
Comportamento lingüístico dos jovens na internet
domingo, 25 de novembro de 2007, 13:15:18 noreply@blogger.com (Andreia Feitosa, Fernanda Rodrigues e Adriana Pedroso)

A linguagem na web é diversificada, encontramos muitos estilos e assuntos com conteúdo formal, informal ou semi-formal. A grande dificuldade está em explicar a linguagem correta para a internet, afinal o espaço virtual é livre, o que torna possível o autor escrever da forma que achar mais conveniente.Existe uma grande preocupação em relação ao futuro da internet e dos jovens que utilizam o espaço web para se comunicar por meio de gírias e abreviações.
A especialista em linguagem e professora Betina Von Staa em entrevista para o blog disse que mesmo com essa “linguagem do jovem” adaptada a internet, a linguagem formal vai continuar existindo, e completa, “Os blogs profissionais não possuem a linguagem dos jovens, então não é porque você posta rápido que você abrevia as palavras ou aumenta. Quem usa essa linguagem é muito mais para se marcar como membro de um grupo do que pela velocidade.”Bettina acredita que a velocidade é muito importante e não implica na realização de um conteúdo de qualidade. Como professora explica que os educadores podem contribuir para o futuro do aluno, ensinando a compreender a informação que possui credibilidade e adequar sua linguagem aos diferentes espaços. Então o papel do professor é ensinar o aluno a usar a ferramenta “internet” e o de ensinar a trabalhar o conteúdo de maneira mais crítica.
É importante o bom senso na publicação online, os jovens precisam saber diferenciar essas linguagens e saber utilizá-las de forma correta, com esse conhecimento o conteúdo de qualidade no ambiente virtual poderá crescer cada vez mais.
Credibilidade da colaboração
sábado, 24 de novembro de 2007, 12:21:50 noreply@blogger.com (Andreia Feitosa, Fernanda Rodrigues e Adriana Pedroso)
O fato da internet permitir a liberdade de expressão e divulgação de informações interfere na credibilidade do produto? Este é um assunto que está sendo muito discutido pelos jornalistas e internautas.O ciberespaço tornou-se um meio rico para a comunicação devido ao aumento de usuários conectados e pela contribuição que os profissionais do jornalismo vêm oferecendo a esse novo meio interativo, e o mais interessante, permitindo a colaboração de “cidadãos-repórter” que acrescentam, comentam e respondem às informações publicadas no meio, não somente ouvem, vêem ou lêem as informações.No encontro A Palavra na Tela: Jornalismo, Literatura e Crítica Depois da Internet o jornalismo colaborativo foi discutido. Os jornalistas Alexandre Matias e Ana Maria Brambilla deram suas opiniões. Segundo Ana, "[...] Para ser jornalismo, precisa ser feito por jornalistas e não pode ser parcial". Mas Matias acredita que a noção de imparcialidade mudou. “Imparcialidade pode ser ruim, mas não deixa de ser jornalismo”, defende, citando Michael Moore, absolutamente tendencioso em seus documentários. Para Ana, no entanto, o conteúdo opinativo deve ser declarado, “Não pode se esconder no rótulo da informação, como noticiário padrão”, acredita.De acordo com Paulo Serra, a confiabilidade é o fator mais importante que diferencia o jornalismo online dos outros meios. Um controle da qualidade do conteúdo publicado é essencial já que anônimos participam da construção dele, portanto a credibilidade da informação é função do ‘dono’ da página.
Liberdade e veracidade caminham juntas?
sexta-feira, 23 de novembro de 2007, 13:55:56 noreply@blogger.com (Andreia Feitosa, Fernanda Rodrigues e Adriana Pedroso)
ImagemOs blogs proporcionam para os jornalistas liberdade na construção de suas matérias, possibilidade de interagir com o seu leitor além de fugir das rotinas de uma redação. Essa tal liberdade - quando não bem trabalhada - coloca em dúvida a veracidade da informação e pode levar a credibilidade do jornalista ao declínio.Conciliar a liberdade com a verdade dos fatos mostra a responsabilidade do jornalista em emitir informação crível para seu leitor, mesmo tendo em suas mãos todas as facilidades que a internet lhe proporciona. Claro que essa liberdade não significa a ausência dos elementos da notícia. Ao contrário dos outros veículos de comunicação o blog precisa, mais do que qualquer outro critério, priorizar, ampliar e diversificar ao máximo o uso das fontes. O jornalista que se dedica ao blog precisa estar ciente da responsabilidade assumida com a sociedade, que tem o direito de receber informação verdadeira e de qualidade.“O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, razão pela qual ele deve pautar seu trabalho pela precisa apuração e pela sua correta divulgação.”Artigo 4º do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros
Interatividade com qualidade
quinta-feira, 22 de novembro de 2007, 14:02:43 noreply@blogger.com (Andreia Feitosa, Fernanda Rodrigues e Adriana Pedroso)
A interatividade é um dos critérios que mais chamam a atenção no ambiente da web. É através dos fóruns de discussão que o leitor deixa de lado a postura passiva de receptor e passa a interagir com jornalistas, internautas e também com o próprio blog, encaminhando mensagens com sugestões, além de críticas e observações. A maior qualidade da interatividade é o aprendizado cooperativo que é possível dentro de um blog, por exemplo. Interatividade com qualidade só é possível se houver facilidade no uso da ferramenta, menus, links e a confiança no produto. De acordo com Marcelo Tas existe interatividade em vários setores, mas no blog ela é muito mais atraente pelo debate aberto que ele proporciona.
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Como apresentar um conteúdo de qualidade?
quarta-feira, 21 de novembro de 2007, 14:05:24 noreply@blogger.com (Andreia Feitosa, Fernanda Rodrigues e Adriana Pedroso)
No conteúdo do blog é necessário que a informação seja objetiva, com atualização constante e rápida, linguagem agradável e clara e textos curtos. Uma dica importante para facilitar a leitura do internauta é expor cada idéia em um único parágrafo e caprichar no título do post é ele que vai atrair o leitor.Escrever para a internet não é tão fácil como parece, pois não seguimos um manual como acontece no jornalismo impresso, o conteúdo no blog é livre, então precisamos encontrar a maneira exata de interagir com o internauta, preocupando-se em apresentar um material de qualidade."O pior texto na Internet é o texto incompreensível, o texto longo demais, embora o ciberespaço seja infinito. Não tenho nada contra o texto longo, mas tenho tudo contra o texto ruim. Um texto longo bem escrito você lê sem o menor problema. Em se falando de conteúdo brasileiro - na Internet em português - torna-se cada vez mais imperiosa a necessidade de um texto de qualidade, dado a evolução dos conteúdos dentro da rede, senão perde-se o leitor, o internauta não volta, ele não tem obrigação de ficar ali". Luiz Egypto em entrevista para o site Webwritersbrasil.Um blog geralmente torna-se referência através da indicação de adeptos ao blog, indicando para amigos, colegas de trabalho e família, fato que ocorre após o usuário sentir que as informações publicadas são de confiança através da apuração dos dados, post revisado antes da publicação, além de interagir com o leitor. Informações baseadas no livro Webwriting de Bruno Rodrigues.
Credibilidade e Transparência: sua origem
quarta-feira, 21 de novembro de 2007, 14:04:27 noreply@blogger.com (Andreia Feitosa, Fernanda Rodrigues e Adriana Pedroso)
Adriana, Andréia e Fernanda, três garotas de vinte e poucos anos, no último semestre do curso de Jornalismo em fase final do Trabalho de Conclusão de Curso, namoram, trabalham e estudam, seguem a rotina da maioria das universitárias.Todas com a mesma prioridade até o fim desse ano, apresentar e provar que suas hipóteses estavam certas, já que muitos professores palpitaram sobre o tema, por ser muito ousado e tal.O tema “A credibilidade da informação nos blogs jornalísticos” defende que a credibilidade dos blogs jornalísticos vai além do blogueiro ser um jornalista renomado, que já conquistou sua trajetória profissional e reconhecimento público, pois nesse caso é fácil identificar a credibilidade que se formou durante toda a sua vida profissional.A proposta vai além disso, é importante confirmar que um blog de um autor “desconhecido” pode ter credibilidade igual ou superior, pois a intenção não é avaliar a credibilidade pessoal e sim o trabalho publicado por meio dos blogs jornalísticos. Para isso, foram estabelecidos critérios de avaliação para o conteúdo do blog, como: apuração de dados e fontes, periodicidade, interatividade, organização, linguagem, além de entrevistas com blogueiros e especialistas em web.O blog Credibilidade e Transparência surgiu com a proposta de promover discussões sobre o conteúdo dos blogs. O intuito é seguir todos os passos estabelecidos na pesquisa para um blog ter credibilidade, abusar da interação com seus leitores através de debates nos fóruns e retorno nos posts, garantir material de qualidade; entrevistas e publicação de notícias, além de tornar o leitor mais crítico, compreendendo e diferenciando a qualidade dos blogs em geral.É real que existem muitos blogs que não passam nem perto da publicação de um material crível, mas isso não é e não pode ser generalizado.Enfim chegou a hora de inaugurar esse espaço e essas garotas esperam apenas que suas hipóteses sejam confirmadas e aplaudidas.

IBGE investiga a Cultura nos municípios brasileiros

Entre 1999 e 2006, cresceu em 178% o número de municípios com provedor local de Internet , enquanto o número dos que contavam com unidades de ensino superior aumentou em 103,1%.
O bordado é a atividade artesanal mais presente nos municípios do Brasil e encontrada em 75,4% deles. As prefeituras brasileiras gastam, em média , R$ 273,5 mil com a Cultura e empregam nesse setor aproximadamente 58 mil pessoas , ou 10,4 funcionários por município . Mais de um quarto dos municípios brasileiros têm projeto para implementar o turismo cultural. Esses são alguns destaques da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC) 2006, realizada pelo IBGE a partir de questionários respondidos pelas prefeituras dos 5.564 municípios existentes no País
Para fortalecer o trabalho de criação de um sistema de informações culturais no Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Cultura , divulga os resultados do Suplemento de Cultura da Pesquisa de Informações Básicas Municipais - MUNIC 2006. Levada a campo no segundo semestre de 2006, através de questionários respondidos pelas prefeituras, a sexta edição da MUNIC investigou a diversidade cultural e territorial dos 5.564 municipios brasileiros .
A MUNIC 2006 traz informações sobre : órgão gestor de cultura e sua infra-estrutura , recursos humanos da cultura , instrumentos de gestão , legislação , existência e funcionamento de conselhos e existência e características de fundo municipal, recursos financeiros, existência de Fundação Municipal de Cultura , ações , projetos e atividades desenvolvidas - assim como o levantamento dos meios de comunicação , existência e, em alguns casos , quantidade de equipamentos , atividades culturais e artísticas existentes no município .
Levou-se em consideração a distribuição desigual da população . No Brasil, 71,0% dos municípios têm até 20 mil habitantes e reunem 17,6% ( ou 32,5 milhões de pessoas ) da população total . Na outra ponta , apenas 36 municípios (0,6%) têm mais de 500 mil habitantes e reúnem 28,0% (51,6 milhões de pessoas ) da população .
Em 84,6% dos municípios não há órgãos exclusivos para gerir a cultura
A MUNIC 2006 mostra que em 72% dos municípios brasileiros ainda predomina a cultura acoplada a outros temas . Somando-se esta porcentagem aos 12,6% em que o setor é subordinado a outra secretaria , ou seja, configurando um menor status , temos que 84,6% de órgãos gestores não exclusivos da cultura . Quando a cultura está em conjunto com outras políticas setoriais – geralmente com a educação – ela costuma ser considerada de forma marginal .
Em 6,1% dos municípios a Cultura está vinculada diretamente à chefia do executivo . Nesses caos , ela costuma ser vista como uma área produtora de eventos que beneficiem a imagem do gestor. O fato de não existir um órgão gestor é um indicador importante do relativo pouco prestígio da área .

Outro dado revelador do lugar ainda marginal do setor cultural na agenda dos governos municipais se revela ao examinarmos as baixas porcentagens de municípios que possuem secretarias exclusivas (4,2%) e fundações públicas (2,6%) que , somadas, atingem apenas 6,8%.
Cultura emprega 58 mil pessoas nas prefeituras brasileiras ou 10,4 funcionários por município
Em 2006, o número de pessoas ocupadas na área de cultura da administração municipal foi, aproximadamente, de 58 mil pessoas . Esse contingente era , em média , de 10,4 funcionários , por município , sendo que quanto maior a classe de tamanho da população do município , maior o número de pessoas ocupadas na área de cultura : enquanto as classes de tamanho da população dos municípios com até 50.000 habitantes ocupavam, em média , entre 3,6 e 8,9 pessoas na área cultural; as três classes superiores ocupavam em média 19,5 pessoas , para os municípios com mais de 50 mil a 100 mil habitantes ; 55,7 pessoas , no caso dos municípios com mais de 100 mil a 500 mil habitantes e 282,9 pessoas , para os municípios com mais de 500 mil habitantes .
Municípios gastam, em média , R$ 273,5 mil com Cultura
Em 2005, os recursos municipais destinados à função cultura , foram, em média , de R$ 273,5 mil , o que corresponde a apenas 0,9% do total da receita arrecadada municipal.

No que se refere às grandes regiões , a que mais destinou recursos para a função cultura foi a Região Nordeste (1,2%, do total da receita arrecadada); as Regiões Norte e Sul , por sua vez , destinaram 0,8% e as Regiões Sudeste e Centro-Oeste destinaram, respectivamente , 0,9% e 0,6%. O percentual destinado à função cultura é maior nos municípios com mais de 10 mil a 100 mil habitantes , em torno de 1,0%. Para os com mais de 100 mil , era de 0,9% e nos municípios com até 10 mil , 0,8% de seus recursos eram previstos para a função cultura . Entretanto considerando os valores absolutos da despesa realizada na Função Cultura , observa-se que um terço deste montante é gasto pelos municípios de mais de 500 mil habitantes , passando para mais da metade dos recursos se somarmos os que tem mais de 100 a 500 mil habitantes .
Em 57,9% dos municípios há uma política para a Cultura
A existência de uma política cultural no município é um dos principais indicadores da importância que o setor tem do ponto de vista da gestão . Como já foi mencionado, essa é a tarefa mais relevante e indicadora do compromisso com que se encara o setor cultural na gestão pública . O gráfico 3 revela que cerca de 42% dos municípios brasileiros não têm uma política cultural formulada, o que significa dizer que a cultura ainda não está incluída na agenda das políticas públicas de uma alta porcentagem dos governos municipais.

Em 5,6% dos municípios existe legislação de incentivo à Cultura
Do total dos municípios brasileiros , 5,6% declararam possuir legislação de incentivo à cultura . No Brasil, de acordo com as informações obtidas pelo Suplemento de Cultura da MUNIC, 83,8% do total dos municípios possuem despesas realizadas na Função Cultura .

Entretanto , grande parte desses recursos é absorvida pelas funções administrativas dos órgãos de cultura , sendo que , alguns municípios , não têm orçamento para a realização de ações e de projetos próprios . Tal quadro termina gerando a utilização de verbas das leis de incentivo para financiamento público , ou seja, parte dos recursos incentivados cobre as lacunas deixadas pela falta de orçamento . Podemos observar ( Gráfico 6) que 3,9% do total dos municípios pesquisados declararam que a lei se destinava a fornecer o incentivo fiscal concedido à pessoa física ou jurídica e 2,1% declarou que o objeto era o financiamento público .
Ao analisarmos a distribuição de 5,6% do total dos municípios que possuem leis de fomento , pelas grandes regiões ( Tabela de resultado 21), verificamos que 27 dos 36 municípios com população acima de 500 mil habitantes possuem leis de incentivo , (75%). Na classe de tamanho da população de mais de 100 a 500 mil habitantes , 33,4% possuem leis de incentivo . Nos de classe de tamanho da população de até 5 mil habitantes o percentual é de 1,3% e para aqueles entre mais de 5.001 a 10.000 habitantes , 2,7%.
Mais de um quarto dos municípios têm projeto para implementar o turismo cultural
Em 26,2% dos municípios brasileiros há projeto de implementação de turismo cultural, sendo que em 19,8% estes projetos se encontram em implementação e 6,4% em execução . Os projetos são executados em 18,1% do total de municípios pelo órgão gestor de cultura (69,1% do total dos municípios que têm projeto ), e em 14,8% deles os projetos contam também com a execução do órgão gestor do turismo (56,5% dos que têm projeto).

O projeto de implementação de turismo cultural inclui em 23,5% do total dos municípios brasileiros um calendário de festividades e/ ou eventos (89,7% dos municípios com projetos ). A divulgação de atrações encontra-se presente em 21,9% do total dos municípios ou 83,6% daqueles com projeto. á a formação de guias e roteiros abrange 15,2% do total dos municípios (58,2% do total que têm projeto ). Observe-se que a área da cultura parece mais interessada em estimular o turismo do que a área específica.
Mais de 30% dos municípios promovem curso de atualização profissional para a área de Cultura
Cerca de um terço dos municípios brasileiros promovem curso de atualização profissional , para formação do gestor do órgão responsável pela cultura no município . O percentual também é significativo para os responsáveis por projetos ou programas culturais realizados pela prefeitura (24,9%) e para o pessoal envolvido em atividades culturais específicas (21,2%).
Em 46,9% dos municípios existe algum tipo de escola , oficina ou curso regular de formação em atividades típicas da cultura , sendo as principais atividades a música (33,8%), artesanato (32,8%), dança (30,8%), teatro (23,2%) manifestações tradicionais populares (19,4%) e artes plásticas (18,0%). Observa-se que os cursos de gestão cultural estão presentes em apenas 3,3% dos municípios , embora sejam estes que contam com o maior apoio do poder público municipal (86,8%). Outros cursos que têm uma maior participação das prefeituras são os de música (85,9%), patrimônio , conservação e restauração (83,7%), teatro (78,6%), literatura (78,4%), dança (76,6%), artesanato (76,8%) e manifestações tradicionais populares (76,3%).
Conselhos, Fundos e Fundações
A MUNIC 2006 também mostrou que 17% dos municípios brasileiros têm Conselhos Municipais de Cultura e 13,3% Conselhos Municipais de Preservação do Patrimônio Cultural.
O Suplemento investigou a existência e o funcionamento dos Fundos Municipais de Cultura , presentes em 5,1% dos municípios brasileiros . Além da existência investigou-se o ano , lei de criação e se exclusivo da área de cultura . Os municípios informaram ainda como é realizada sua administração .
Do total de 2,4% de municípios que declararam ter fundações de cultura , as principais atividades desenvolvidas por estas são : promoção de eventos (2,1%), divulgação cultural (1,9%), produção artístico-cultural (1,7%), administração de equipamentos culturais municipais (1,5%) e formação artística (1,4%).
Festivais de cinema já ocorrem em 10% dos municípios brasileiros
Entre as atividades culturais existentes nos municípios , os destaques foram as exposições de artesanato (57,7%); as feiras de artes e artesanato (55,6%); os festivais de manifestação tradicional popular (49,2%); festivais de música (38,7%); festivais de dança (35,5%); concursos de dança (34,8%) e de música (31,9%).
Os festivais de cinema que atingem cerca de 10% dos municípios , também apresentam uma grande distância entre aqueles de menor e maior população , atingindo 61,1% nos municípios com mais de 500 mil habitantes (sendo 4,2% nos que tem até 5 mil ). O Rio de Janeiro mais uma vez se destaca (28,3%), embora a região Nordeste apresente, entre as regiões o segundo maior percentual , justificado pela participação dos estados do Ceará, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.
Duas atividades mais tradicionais – os festivais de manifestação tradicional popular e literatura de cordel – evidenciam um padrão geográfico diverso . Os festivais de manifestação popular são mais expressivos nas regiões Norte e Nordeste , atingindo 74,8% no estado do Pará . A variação para as manifestações populares entre os maiores e menores , no que se refere a população , é de 37% para os municípios com até 5 mil habitantes , atingindo 75% para os que têm 500 mil ou mais . No que se refere à literatura de cordel , sua maior incidência encontra-se nos municípios da Região Nordeste , destacando-se o estado do Ceará (20,1%)
Há grupos de capoeira em 48,8% dos municípios brasileiros
Foi investigada a ocorrência de 16 diferentes tipos de atividades artísticas: o artesanato (64,3%), a dança (56,1%), as bandas (53,2%), os grupos de capoeira (48,8%), os de manifestação tradicional popular (47,2%), musical (47,2%), coral (44,9%) e teatro (44,9%) são os principais . O artesanato , portanto , aparece como uma de nossas principais manifestações culturais, seguida em boa parte por atividades ligadas à musica e à dança .
Entre 2005 e 2006, os cineclubes cresceram 29,7), embora tivessem sua presença restrita a 4,2% dos municípios , em 2006. A existência dos grupos teatrais teve um aumento significativo de 14%, atingindo 39,9% dos municípios que tem ao menos um grupo para essa atividade .

Enquanto os grupos de dança e manifestações tradicionais populares 12 apresentaram crescimento em um patamar menor entre 2005 e 2006 (5,5% e 3,0%, respectivamente ), as atividades de coral (-6,9%), associação literária (-10,5%) e grupos musicais (-18,1%) tiveram redução. Considerando a importância dos grupos musicais, a queda corresponde a 10 pontos percentuais (57,6% em 2005 e 47,2% em 2006). Tanto as bandas quanto as orquestras, entre 2001 e 2006, cresceram expressivamente, em 21,7% e 105,4%, respectivamente . 13
Os grupos artísticos de Teatro são os que mais recebem incentivos das prefeituras
São os grupos de teatro aqueles que mais recebem os incentivos das prefeituras (80,5%). As bandas , orquestras , grupos de manifestação tradicional popular , dança , coral e artesanato recebem o apoio de pelo menos 50% do poder público municipal onde é reconhecida a sua existência .

Apesar de não ser uma atividade com ampla incidência nos municípios , as orquestras recebem apoio da gestão municipal. Já os grupos de capoeira e musica, com um dos maiores percentuais de existência são mais independentes em relação ao municipio, e o circo não vem contando com o apaio do poder público municipal.
Bordado é a atividade artesanal mais presente nos municípios do Brasil
O bordado é a atividade artesanal mais presente nos municípios brasileiros , encontranda em 75,4% deles, seguida das atividades com madeira (39,7%), artesanato com barro (21,5%) e artesanato com material reciclável (19,5%). O artesanato de material reciclável teve o maior crescimento entre os dois anos (17,0%), seguido pelo artesanato com fibras vegetais (13,0%). O bordado manteve uma estabilidade no período (0,3%). Mas a maioria das atividades sofreu um decréscimo entre 2005 e 2006. As principais quedas ocorreram no artesanato de renda (-29,0%), metal (-16,4%), pedras preciosas (-14,9%), tapeçaria (-14,5%) e pedras (-13,7%).
Entre 1999 e 2006, cresceu em 178% o número de municípios com provedor local de internet
Em 1999, os treze equipamentos e meios de comunicação nvestigados pela MUNIC (tabela abaixo) estavam presentes em 4,0% dos municípios , passando para 4,5 em 2001 e 5,1 em 2005 e 2006.

A TV aberta estava presente em 95,2% dos municípios brasileiros . As mudanças tecnológicas associadas aos conteúdos audiovisuais em curso (tv digital , tv pública ) tiveram um impacto no aumento percentual de tvs comunitárias que , pesquisadas pela primeira vez , estiveram presentes em 2,3% dos municípios . Já a presença das videolocadoras cresceu 28,3% entre 1999 e 2006, quando estavam presentes em 4563 municípios .
Os provedores de internet também se espalharam pelo país : em 1999, estavam em 16,4% dos municípios brasileiros e, em 2006, já se encontravam em 45,6%. Este foi o maior crescimento da pesquisa : 178%. Em 2006, havia unidades de ensino superior em 2212 municípios (39,8%), contra (19,8%) em 2001 ( primeiro ano pesquisado), esta cobertura era de, um aumento de 103,1%.
Contudo , o percentual de municípios com livrarias existentes no Brasil caiu 15,5% em sete anos , passando de 35,5% dos municípios para 30,0% (1667). Já as unidades de ensino superior estavam em 39,8% dos municípios em 2006, presença que teve um crescimento de 103,1% em relação a 2001, primeiro ano em que este tipo de equipamento foi investigado.
Bibliotecas públicas são o equipamento cultural que mais recebe apoio das prefeituras
Em relação ao apoio governamental , para cinco equipamentos culturais ( bibliotecas públicas, estádios ou ginásios poliesportivos, centro cultural, museus e teatros ou salas de espetáculos ) que mais contam com este incentivo são bibliotecas (97,8% dos municípios têm ao menos uma biblioteca mantida pelo poder municipal) e estádios ou ginásios esportivos (94,1%). Este equipamento cultural abre a possibilidade de um maior entendimento sobre o seu papel como veiculador de conteúdos culturais, não apenas diretamente ligados à leitura , mas a outras possibilidades de acessos mais amplos , como vídeos , Internet , cds, dvds, etc. O menor percentual de manutenção é o de teatros ou casas de espetáculos (76,8%).
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12 Na Pesquisa de 2005 as manifestações tradicionais populares receberam a denominação de grupos de folclore ,
13 Cabe salientar que por não ter sido investigada a existência de bandas e orquestras em 2005, isto pode ter acarretado um maior percentual em 2005 e o decréscimo em 2006.
Fonte: http://www.ibge.com.br/home/presidencia/noticias

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

CRONICA I



Um amigo em Nova York
Célio Rocha


“Amigo é coisa para se guardar De baixo de sete chavesDentro do coraçãoAssim falava a canção que na américa ouvi”...(Fernando Brant e Milton Nascimento)


Recebi dia desses um cartão de natal enviado pelo amigo Rodrigo Messias Torres de Carvalho e sua esposa Hosana. Eles estão morando em Nova York. Já nem sei mais há quanto tempo. Vocês ainda têm o vale transporte? Símbolo de nossa despedida no aeroporto de Confins há tempos atrás? O tempo passa e a gente nem percebe, não é mesmo? Mas, tempo é algo que parece que não passa para os amigos que tem uma amizade sincera. Verdadeiros irmãos! E não importa a distância ou quanto tempo estejam sem se comunicar. A comunicação é pelo pensamento, pois sabe-se que sempre um está torcendo pelo sucesso do outro, onde quer que estejam.
Lembra-se de nossas aventuras de desempregados em Sampa? Aos 20 anos de idade? Lembra-se das lágrimas derramadas ao ligarmos para as mamães Amália e Natinha? A saudade era grande, não? Lembra da macarronada apimentada lá em casa? Lembra-se de nosso emprego no falido Banco do Progresso? Das férias em Vitória, na casa dos amigos Eduardo e Cleiber? É, temos muita história para relembrar. Fiquei feliz com o cartão e saber que vcs estão bem.
Quero dizer-lhes que um amigo verdadeiro não te procura somente nas noites alegres de sábado à noite para perguntar qual é a festa do dia. Quero dizer-lhes que amigo verdadeiro nem sempre e aquele que te manda cartas todos os meses, ou te telefona todos os dias, ou aquele que se lembra do dia do seu aniversário, que no corre-corre diário, a gente acaba esquecendo mesmo. Quero dizer-lhes que amigo verdadeiro não é aquele que te sorri apenas quando você o convida para tomar um chopp, te sorri principalmente, quando você dá uma bronca em algo errado que ele fez, porque sabe que a amizade não é concordar com tudo. Sabe ser crítico, mas faz suas observações de forma construtiva sendo autêntico.
Amizade não e troca de favores. E troca de experiências. Amizade é o companheirismo desinteressado, em que se busca muito mais ouvir que falar... E quando se fala, são palavras que visam confortar, aconselhar, edificar. A vaidade dá espaço à sinceridade. Talvez seja o amor em seu sentido mais puro. Muitos levam anos para compreender e enxergar esse sentimento nos familiares mais próximos – com algumas exceções, os maiores amigos que existem são nossos pais, irmãos (a), filhos (as). São jóias raras eternizadas na nossa história. Vocês são parte desta exceção, de amigos que independente da distância, sempre estarão guardados a sete chaves dentro do coração, como diz a canção. São jóias raras eternizadas na nossa história. E não podemos esquecer do maior dos maiores amigos; Jesus. Aquele que amou, incondicionalmente seus amigos e até seus inimigos. O mestre dos mestres da amizade, do amor, da sinceridade. É a ele, o nosso Senhor Jesus, a que eu peço que ilumine os seus caminhos, meus amigos Rodrigo e Hosana.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008


Caro adversário; Cumprimento-o com Romanos 12।21- Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem” by:Ap। Jota Moura



Inicialmente, quero que saiba que eu não o considero, meu inimigo. De fato, você está entre alguns dos meus melhores ami­gos. Escrevo esta carta de amor para você que tem mentido a meu respeito, difamando meu nome e reputação, visando assim, minar a credibilidade e confiança do povo quanto a este ministério.
Você que fala, ouve ou simples­mente comenta e espalha falsos rumores e injúrias sobre minha vida, família e os ensinos que tenho ministrado sobre o Reino de Deus. Saiba, que atra­vés do seu intenso e dedicado trabalho, tem-se ope­rado uma obra de graça em meu coração, que jamais teria acontecido sem você.
Os meus discípulos e amigos têm sido muito leais e fiéis, por me conhecerem pessoal e intimamente, pois "a ninguém conhecemos segundo a carne... mas no Espírito". Eles sempre permaneceram ao meu lado, tanto nas horas de vitória e aprovação, como nas perseguições e necessidades. Deus os colocou como força em minha fraqueza, alegria e conforto em tempo de angústia e tristeza, fortaleza de fé em meio a dúvidas avassaladoras. Sei que acima de tudo, estes verdadeiros discípulos e ami­gos levam continuamente diante do Trono da Graça, minha vida, família e minis­tério em seus momentos de oração intercessória. Além disso, nunca se distanciam e ausentam, mesmo em meio às guerras e guerrilhas que o inimigo levanta contra o nosso ministério, le­vando comigo nos ombros, a Arca do Se­nhor. Sei que não poderia continuar por muito tempo, prevalecendo nesta guerra espiritual, sem a par­ticipação desses discípulos e amigos dedicados e ma­ravilhosos.
Falando sinceramente, creio que não pode haver perfeição na vida dos eleitos de Deus, sem o trabalho cinzelar de um verdadeiro inimigo. Sim, pois quando alguém horrivelmente amargurado, além de atentar contra a minha vida pessoal, procura também fazer tudo que pode para destruir meu ministério em Deus, realiza-se então, uma obra de manifestação e separação entre o joio e o trigo. "É necessário que haja entre vós até cismas (divisões) para que os fiéis e sinceros se manifestam" (Apóstolo Paulo). O mal que estava camuflado nas intenções dos corações, se manifesta em todas as atitudes, palavras e sentimentos malignos motivados pelo ódio e a sede de vingança. Assim, fica manifesto a todos - quem é quem. “Pelo fruto se conhece a árvore" (Jesus).
Quando motivados pela sincera amizade e espírito de estímulo, discípulos e amigos destacam de coração as qualidades e virtudes que vêem na minha vida e ministério, não sinto por eles mais do que amor e gratidão. Porém, quando ouço que você inimigo provocou injustamente vergo­nha e desonra sobre minha reputação, naturalmente, brota em mim um sentimen­to de defesa e um espírito de justa indigna­ção para refutá-lo. Então, o precioso Espírito Santo que habita e trabalha em/e através de mim, me revela a incorreção de tal atitude. Sou guiado pelo Divino Consolador a ver em mim sentimentos desa­gradáveis que estavam adormecidos. Então, bus­co com arrependimento, dor de coração e clamor a Deus a libertação desses sentimentos ruins. Eles esta­vam escondidos, adormecidos e camufla­dos, até que você meu amado inimigo, foi usado para trazê-los à luz mediante o processo doloroso da difamação, crucificação e morte da minha natureza adâmica. Os profetas de outrora, jamais teriam a glória de serem apedrejados pela Palavra de Deus e nenhuma coroa de mártir jamais teria sido cingida pelos primitivos cristãos, se não existissem inimigos encarniçados como você. "Assim perseguiram os profe­tas que foram antes de vós"(Jesus).
Como você pode perceber, não sou capaz de crucificar a mim mesmo. Meus discípulos e amigos jamais fariam isso comigo. Portanto, cabe a você meu amado inimigo levar-me à cruz. E à cruz eu preciso ir, ainda que não queira (oro como Jesus -"contudo não se faça a minha vontade, mas a tua vontade, ó Pai"). Pois, para que eu chegue à glória da maturidade e da vida plena em Cristo terei que passar por ela. Contudo, reconheço que ainda preciso progredir muito, antes de chegar à estatura e ima­gem do meu querido Jesus. Há tanta coisa que preciso aprender! Você, meu amado inimigo, é um dos professores des­ta escola da vida cristã. Já aprendi que o caminho do trono passa pela cruz. Sem você, eu não teria tomado o caminho da cruz. Alguém teve que crucificar o meu Jesus. Não foram os seus amigos e nem os seus discípulos. Também Ele não poderia cruci­ficar-se a si mesmo. Foi por isso, que Satanás e as potestades deste mundo suscitaram ódio no coração de seus ini­migos e a obra foi realizada - "odiaram-me sem motivo"(Jesus). Se eles soubessem que atra­vés da cruz estavam levando-o à glória da ressurreição e ascensão ao trono do Pai, propiciando assim, a salvação da humanida­de perdida, não o teriam feito. Outrossim, estou certo que se você soubesse o bem que os seus esforços destrutivos, estão causando à minha vida, família e ministério, por certo não gastaria tempo para ajudar-me tanto. Mas a obra está sendo feita e estou aprenden­do a amá-lo por este motivo. "Amai os vossos inimigos" disse nosso Senhor. Eu ficava imaginando como poderia fazê-lo. Mas você está me ensinando. Por causa da sua “dadivosa” maledicência, tenho crescido mais e mais em Deus e sua gra­ça, tornando-me participante da natureza divina. "Minha vida está escondida com Cristo em Deus”(Apóstolo Paulo).
Você deve saber querido inimigo, que por sua ação opositora e por força da sua língua destrutiva, muitos se desviaram do Caminho de Cristo e outros recusam-se a ouvir as verdades reveladas a este Vaso. Seus ouvidos foram cheios de mentiras e mexericos demolidores, até ao ponto de pensarem que "nenhuma coisa boa poderia sair desse"(judeus acerca de Cristo). Cumpre-se literalmente em você a sentença do Divino Mestre: "Ai de vós... porque fechais o Reino dos Céus diante dos homens; pois, vós não entrais, nem deixais os que estão entrando". Sugiro que você reflita sobre as palavras de um sábio fariseu diante do Sinédrio perseguidor da Igreja Apostólica: “Não persigam estas pessoas, deixai-as ir, por que se esta obra é humana se desfará por si. Mas se é de Deus, não podereis destruí-la; para que não sejais achados combatendo contra Deus” (Gamaliel em Atos).
Porém, até nisso tenho visto a mão de Deus. Sim, porque os que "têm ouvidos para ouvir a voz do Espírito", não acreditam nas menti­ras que você lhes tem contado. Pelo con­trário, despertou-se neles maior discernimento e zelo pela obra de Deus. Então, abriram seus corações com maior fome e predisposição para conhecer a revelação de Deus para estes tempos da Parousia (Vinda de Cristo). Desta forma, mais uma vez você está contribuin­do para separar o joio do trigo e identificar os fiéis e sinceros filhos de Deus, nos quais manifestará a sua glória. "Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus..." (Apóstolo Paulo). Cremos que nada impedirá o aparecimento da Igreja Gloriosa do Senhor Jesus!... Nem as dores de parto, nem as persegui­ções e calúnias, nem os religiosos e car­nais, nem Satanás e seus demônios... e nem você. Aleluia!
Portanto meu amado amigo, ( Na verdade não tenho inimigo na carne e no sangue), a sua obra tem sido aguda e cortante como a recartilha que lapida o cristal, muitas vezes você me machu­cou e feriu até à morte do meu ego. Todavia, através dessas provas de sangramento e morte que você me tem causado, Deus está forjando em mim o Varão Perfeito que torna-se a passos firmes "Mais que Vencedor". A Palavra Viva de Deus declara que tudo que o inimigo é capaz de destruir no fogo da perseguição é "madeira, feno e palha", e tudo o que o fogo é capaz de derreter é para modelar-nos para Seu Reino em "prata, ouro e pedras preciosas". Tenho me apresentado a Deus disposto a queimar tudo o que deve ser queimado, para que as coisas que não se queimam possam permanecer depuradas para sem­pre.
Duvido que você receba alguma re­compensa de Deus ou dos seres humanos por seus esforços mentirosos, visando desmoralizar este ministério da Palavra Viva do Reino. "Poderão suscitar contendas contra ti, mas não procederá de mim; quem conspira contra ti cairá diante de ti... toda arma forjada contra ti não prosperará; toda lín­gua que ousar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e o seu direito que de mim procede, diz o Senhor"(Profeta Isaías).
Saiba que embora o seu prejuízo possa ser grande no Dia do Juízo, eu o amo e no Senhor Jesus aprecio muito o ministério que você tem desempenhado burilando e aperfeiçoando minha vida em Cristo. "Levando sem­pre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo" (Apóstolo Paulo).
P।S. – Finalizando, deixo uma palavra de esclarecimento a todos os que leram esta "Carta de Amor": espero que você tenha compreen­dido que esta palavra não se aplica somen­te à minha vida pessoal. Ela é uma palavra viva extensiva a todos os queridos filhos de Deus, que têm sido provados em sua fidelidade ao Senhor Jesus Cristo e ministério ao Seu Corpo-Igreja. Que o Santo Espírito possa ter falado ao seu coração e aberto os seus olhos para esta grande verdade do Reino de Deus: sem açoites e perseguições dos inimigos, ninguém jamais chegará à plenitude da Vida no Filho de Deus! Somente quando entendemos e aceitamos as perseguições, aflições e maledicências como ferramentas de Deus, é que chegamos ao amadurecimento de espírito que nos levará a manifestar a imagem do Se­nhor Jesus Cristo. Só então, estaremos em condições de "amar nossos inimigos, orar pelos que nos perseguem, e abençoar os que nos maldizem"(Jesus). Glória a Deus pelo seu maravilhoso plano. Maranata. Amém!De um conservo no Reino. (JMR)


Revisada em Boston, Dezembro 12, 2007